Parroquias,templos,arquitectura religiosa de Bolivia y Argentina, un grupo en Flickr.
Muy gustoso acepté la invitacion para participar de este grupo.
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No fim das contas, o que é economia verde? - Terra - Amália Safatle
Amália Safatle
De São Paulo
"Economia verde" entrou no rol das expressões cada vez mais faladas - mas muito pouco consensuadas - dando margem para que a cada hora surja uma interpretação, conforme a conveniência dos interlocutores.
Sendo economia verde um dos dois grandes temas da Rio+20, a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável - o outro tema é governança -, buscar um entendimento mínimo sobre o seu significado é um passo elementar para que se possa esperar do encontro algum resultado objetivo.
Vamos começar pela definição que o próprio Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Pnuma) cunhou:
"Uma economia que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e escassez ecológica. Em outras palavras, uma economia verde pode ser considerada de baixa emissão de carbono, é eficiente em seu uso de recursos e socialmente inclusiva".
Temos aí os seguintes elementos: economia de baixo carbono, eficiência energética e nos processos produtivos, e igualdade e inclusão social.
Assim, bastaria lançar mão da tecnologia para descarbonizar e otimizar processos para chegar à tal economia verde, que ganha da ONU o adendo de "inclusiva". Neste mundo mágico, bastaria minimizar riscos ambientais para que a economia consiga incluir socialmente os menos favorecidos ao mesmo tempo em que dribla a escassez ecológica.
Por que "mundo mágico"? Porque não corresponde à realidade possível. Cada ala da sociedade construiu uma ficção na qual se aninha e busca algum conforto - quando na verdade é necessária uma reforma profunda, desconfortável e até dolorosa no sistema econômico, se quisermos de alguma forma buscar a maior duração da vida na Terra, incluindo a espécie humana.
Mas Connie Hedegaard, comissária europeia para a ação pelo clima, chegou a publicar um exclamativo artigo intitulado "Cresçamos todos de maneira sustentável!" (no Estadão). Para começar, o artigo é impreciso: "todos" quem, cara pálida?
Como já desenvolvido nesta coluna, com base nas explicações do professor José Eli da Veiga, da FEA-USP, para que as populações pobres tenham a chance de usar o crescimento para resgatar seu imenso passivo social, é preciso que as ricas abram espaço ecológico, buscando maneiras de prosperar sem crescimento econômico. Só assim haverá alguma chance de a conta única do planeta fechar. Assim, apenas incluir não é suficiente: é preciso diminuir a disparidade global, com os ricos reduzindo o consumo de energia e recursos naturais para que os pobres possam usufruir do aumento desse consumo. Falar de "economia inclusiva" sem atacar de frente o nó das desigualdades é uma das ilusões do tal mundo mágico.
Outra ilusão é a de que os ricos conseguirão abrir esse espaço ecológico apenas por meio da eficiência e dos avanços ecológicos de uma economia de baixo carbono. Desejável e necessária, a eficiência é, no entanto, insuficiente. Como já apontado diversas vezes pelo professor Ricardo Abramovay, também da FEA-USP, apesar dos sucessivos ganhos de eficiência, as emissões estão aumentando. Para se ter ideia, cada unidade do PIB mundial em 2002 foi produzida com 26% menos recursos materiais que em 1980. Mas apesar disso, o consumo absoluto dos recursos cresceu 36% no período.
Aliado ao aumento do PIB mundial, o que se chama de "efeito ricochete" é uma das explicações para esse fenômeno: a poupança obtida com o ganho de eficiência acaba sendo usada em outros tipos de consumo, anulando ou até ultrapassando o que havia sido poupado em termos de recursos. Ou seja, a tecnologia, embora importante, sozinha não é salvadora.
A conclusão disso tudo é o que vem sendo alertado por diversos cientistas e por muito poucos economistas: a economia deve passar a ser administrada como um subsistema do sistema social - uma vez que existe para servir à sociedade e ao bem-estar das pessoas (e não ao contrário, é sempre bom lembrar). E este subsistema social, por sua vez, deve passar a ser visto como subsistema de um sistema maior, que é o ambiente de que fazemos parte.
Economia verde, portanto, seria aquela que existe para servir às necessidades da sociedade, mas desde que caiba nos limites circunscritos pelo sistema natural.
Vejam que nossa forma de organização é justamente a inversa: a economia é vista como o grande sistema, que entende o ambiente como mero provedor de recursos, e a sociedade como mão-de-obra trabalhadora e massa de compradores para fazer girar a roda de produção e consumo, por meio de processos que levam a uma acumulação de bens e um acesso a oportunidades desiguais e injustos.
Não é por menos que vivemos ao mesmo tempo uma crise ambiental, social e econômica de grandes proporções. A Rio+20 é a oportunidade para acabar com essa inversão de valores que resulta em crises, em vez de reforçá-la.
Amália Safatle é jornalista e fundadora daPágina 22, revista mensal sobre sustentabilidade, que tem como proposta interligar os fatos econômicos às questões sociais e ambientais.
Opiniões expressas aqui são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente estão de acordo com os parâmetros editoriais de Terra Magazine.
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Aja, parece propaganda. Es que me gusta probar cervezas, ya voy a estar haciendo degustación y brindando. Salud

Tan linda la foto, que la estan usando en perfiles y panfletos. Gracias


Esta carta me la enviaron por mail, aunque no indica el autor me permito publicarla. Si el autor conoce este blog, por favor contactarse conmigo.
Peor que García Mesa
17/09/2008 - 22:15:45
Estimados Amigos:
Ahora puedo enviar algunas noticias, quise hacerlo con más detalle, no se cuánto tiempo podré comunicarme, todo lo que comunicación esta mal, casualidad o causalidad.
Al grano
El día 11, parece que es un día 666, por la mañana, llegaron 2 heridos, uno en el cráneo el otro en el brazo, ambos por armas de fuego, curiosamente la historia clínica del herido en cabeza fue modificada por un médico cubano, ellos permanecen en el hospital, el diagnostico de ingreso fue 'herida por arma de fuego' pero ¡oh! sorpresa el galeno cubano registró 'herida contusa' o sea por golpe con un palo pues. Desde las 9 hasta las 13 horas llegaron alrededor de 26 heridos de los cuales un 85% eran partidarios de la autonomía, casi todos baleados, una persona llegó muerta, con un impacto de bala cerca al corazón, identificado, fue el cuñado del alcalde de porvenir, totalmente autonómico.
Preguntas
¿Cómo es que el chofer de la camioneta de caminos departamental llegó con un tiro en la cabeza, si los pobres campesinos y normalistas de Filadelfia no tenían armas de fuego? ¿Será que De la Quintana escribe con sangre y quiere que los normalistas hagan lo mismo? El municipio de Filadelfia ha sido convertido en un infierno por el satánico Juan Ramón.
El municipio de Filadelfia queda a 40 Km. de Porvenir, lugar del encuentro más importante, y será que algunos campesinos con fervor patriótico llegaron desde Riberalta para un encuentro campesino-normalist a, con ayuda del gobierno y gente de buena voluntad caribeña y bolivariana, porque todos estos personajes recibieron armas y municiones en la hacienda “Roble” o “Cedro” (la madera no tiene culpa) cuyo feliz dueño tiene el mote de 'Chiquitín' acólito local de Ramón 666. Como si fuera poco a los instructores militares de la carne de cañón les ataron en la muñeca izquierda un cintillo de color amarillo y cintillos de color rojo para los que tenían mando.
Si como dice la prensa del gobierno, 'fueron masacrados', ¿cómo es que los heridos que llegaron durante el día 11 sufrieron heridas de bala?, ¿será que los autonómicos se disparan a si mismos para causar consternación, y que decidieron matar al cuñado del alcalde porque sacó el palito más chico?
Posteriormente llegaron heridos de los unitarios, también algunos muertos, uno de ellos de más o menos 1,85 metros de estatura, pelo corto, cintillo rojo, y qué curiosidad, cuando llamé a la Fiscalía, la persona que contestó, me preguntó si se trataba del súbdito venezolano, ergo, confirmamos la teoría aplicada del Macaco Mayor. Este cadáver fue enviado a Filadelfia con otro dos más, aparentemente normalistas.
Curioso que el Ministro de Salud llegó al hospital con la escolta de unos 20 militares armados y pintados jugando a ser Rambos, solicitaron ambulancia para ir a Filadelfia y volver a Cobija con los tres cadáveres, para armar todo el espectáculo con plañideras incluidas, no por los dos normalistas que entregaron sus vidas, si no por el otro, cuyo cadáver posiblemente ya esté fuera del país.
Culpan al Cacique de haber contratado sicarios, ¿será que hay tanta 'yesquera sin el IDH?, que solo alcanza para comprar rifles calibre 22, creo que el 'Chacal' moriría de risa al ver con qué armamento cuentan sus colegas brasileños. Nada más boludo que el comentario de los sicarios, estos ya se hubiesen comido vivo a los ministros de salud, a la misión humanitaria y a Quintana.
Quedamos, nosotros los collas que queremos y elegimos Pando para vivir, con la boca abierta y una impotencia extrema al saber que estamos solos, que los cobijeños, como siempre en el extremo del país, están abandonados. Es el destino de nuestra Amazonia, vivir como las hienas en el culo del mundo, eso si, Quintana (666) se da un banquete al amedrentar a la población con milicos que sólo pueden enfrentarnos a nosotros pobres cojudos porque, que yo sepa, no podríamos ganar una guerra a ninguno de nuestros vecinos.
Claro, matar un pastor evangélico es toda una hazaña, más aun si lo escondieron 24 horas, no dejando pasar a la ambulancia, y los infelices los subieron a un jeep rojo de propiedad de 'nuestro ejercito'. Yo vi el cadáver, tiene un tiro en el abdomen y otro en el muslo derecho; por lo que aprendí, esos agujeros no los hace un 22. Peor aún, lo subieron vivo, y no permitieron que se le atienda, no pudieron hacer desaparecer el cuerpo, porque alguien les dijo que habían imágenes, imagino que ya las vieron. ¿Les quedan dudas? Aquí las palomas tiran a las escopetas.
La última, ayer realizamos una marcha por la paz, algunos soldados obviamente armados fueron transportados en vehículos de la Alcaldía de Cobija, eso no es nada, en esa caravana se vio una camioneta doble cabina con el membrete de Naciones Unidas, joder, alguna vez criticamos el uso de una ambulancia para tomar la COB, y ¿ahora que?
Basta de relato estamos jodidos, mediten aunque Cobija está en el culo del mundo, aunque seamos unos cuantos collas acambados y otros pobres cambas, pierde el país, esta escoria dizque gobierna el país, se alimenta de odio y como algunos desquiciados utilizan a gente buena para matar a otra gente buena. Creo que la famosa frase de Paz Estensoro ahora tiene aplicación “BOLIVIA SE NOS MUERE”.


Jindal negocia provisión de gas natural
(ANF).- La siderúrgica Jindal Steel negocia con Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) la provisión de gas natural para la producción de hierro y acero en El Mutún, informó el cónsul de la India, Arving Sharma.
“Creo que pronto vamos a firmar un contrato” con la estatal petrolera para la provisión del energético, señaló al indicar que el suministro de “gas es muy importante” para la siderúrgica de El Mutún, por lo que ya están en conversaciones con ejecutivos de YPFB.
El proyecto de la industria del hierro en el país va a emplear 7,69 millones de metros cúbicos por día (MCD) de gas natural, de ese volumen 5,62 millones MCD se destinará al “proceso metalúrgico, siderúrgico” y 2,07 millones a la generación de electricidad, de acuerdo con informes técnicos del Ministerio de Hidrocarburos.
En cuanto al volumen de gas que emplee el proyecto, el Cónsul de la India recordó que “hay diferentes etapas” en el desarrollo de esta industria, por lo que en la primera fase de exportación de hierro sin valor agregado “no” se requerirá el energético.
Para el próximo año, la Jindal está proyectando comenzar la exportación, como máximo en febrero, el programa es vender entre 1 y 2 millones de toneladas de hierro.
PD: Apenas podemos cumplir con los contratos vigentes como para contraer uno mas.
http://hijosdeestatierra.blogspot.com/2008/06/y-el-gs-para-el-hierro-del-mutn.html