lunes, 26 de marzo de 2012

No fim das contas, o que é economia verde? - Terra - Amália Safatle

A economia é vista como o grande sistema, que entende o ambiente como mero provedor de recursos

No fim das contas, o que é economia verde? - Terra - Amália Safatle

Amália Safatle
De São Paulo

"Economia verde" entrou no rol das expressões cada vez mais faladas - mas muito pouco consensuadas - dando margem para que a cada hora surja uma interpretação, conforme a conveniência dos interlocutores.

Sendo economia verde um dos dois grandes temas da Rio+20, a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável - o outro tema é governança -, buscar um entendimento mínimo sobre o seu significado é um passo elementar para que se possa esperar do encontro algum resultado objetivo.

Vamos começar pela definição que o próprio Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Pnuma) cunhou:

"Uma economia que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e escassez ecológica. Em outras palavras, uma economia verde pode ser considerada de baixa emissão de carbono, é eficiente em seu uso de recursos e socialmente inclusiva".

Temos aí os seguintes elementos: economia de baixo carbono, eficiência energética e nos processos produtivos, e igualdade e inclusão social.

Assim, bastaria lançar mão da tecnologia para descarbonizar e otimizar processos para chegar à tal economia verde, que ganha da ONU o adendo de "inclusiva". Neste mundo mágico, bastaria minimizar riscos ambientais para que a economia consiga incluir socialmente os menos favorecidos ao mesmo tempo em que dribla a escassez ecológica.

Por que "mundo mágico"? Porque não corresponde à realidade possível. Cada ala da sociedade construiu uma ficção na qual se aninha e busca algum conforto - quando na verdade é necessária uma reforma profunda, desconfortável e até dolorosa no sistema econômico, se quisermos de alguma forma buscar a maior duração da vida na Terra, incluindo a espécie humana.

Mas Connie Hedegaard, comissária europeia para a ação pelo clima, chegou a publicar um exclamativo artigo intitulado "Cresçamos todos de maneira sustentável!" (no Estadão). Para começar, o artigo é impreciso: "todos" quem, cara pálida?

Como já desenvolvido nesta coluna, com base nas explicações do professor José Eli da Veiga, da FEA-USP, para que as populações pobres tenham a chance de usar o crescimento para resgatar seu imenso passivo social, é preciso que as ricas abram espaço ecológico, buscando maneiras de prosperar sem crescimento econômico. Só assim haverá alguma chance de a conta única do planeta fechar. Assim, apenas incluir não é suficiente: é preciso diminuir a disparidade global, com os ricos reduzindo o consumo de energia e recursos naturais para que os pobres possam usufruir do aumento desse consumo. Falar de "economia inclusiva" sem atacar de frente o nó das desigualdades é uma das ilusões do tal mundo mágico.

Outra ilusão é a de que os ricos conseguirão abrir esse espaço ecológico apenas por meio da eficiência e dos avanços ecológicos de uma economia de baixo carbono. Desejável e necessária, a eficiência é, no entanto, insuficiente. Como já apontado diversas vezes pelo professor Ricardo Abramovay, também da FEA-USP, apesar dos sucessivos ganhos de eficiência, as emissões estão aumentando. Para se ter ideia, cada unidade do PIB mundial em 2002 foi produzida com 26% menos recursos materiais que em 1980. Mas apesar disso, o consumo absoluto dos recursos cresceu 36% no período.

Aliado ao aumento do PIB mundial, o que se chama de "efeito ricochete" é uma das explicações para esse fenômeno: a poupança obtida com o ganho de eficiência acaba sendo usada em outros tipos de consumo, anulando ou até ultrapassando o que havia sido poupado em termos de recursos. Ou seja, a tecnologia, embora importante, sozinha não é salvadora.

A conclusão disso tudo é o que vem sendo alertado por diversos cientistas e por muito poucos economistas: a economia deve passar a ser administrada como um subsistema do sistema social - uma vez que existe para servir à sociedade e ao bem-estar das pessoas (e não ao contrário, é sempre bom lembrar). E este subsistema social, por sua vez, deve passar a ser visto como subsistema de um sistema maior, que é o ambiente de que fazemos parte.

Economia verde, portanto, seria aquela que existe para servir às necessidades da sociedade, mas desde que caiba nos limites circunscritos pelo sistema natural.

Vejam que nossa forma de organização é justamente a inversa: a economia é vista como o grande sistema, que entende o ambiente como mero provedor de recursos, e a sociedade como mão-de-obra trabalhadora e massa de compradores para fazer girar a roda de produção e consumo, por meio de processos que levam a uma acumulação de bens e um acesso a oportunidades desiguais e injustos.

Não é por menos que vivemos ao mesmo tempo uma crise ambiental, social e econômica de grandes proporções. A Rio+20 é a oportunidade para acabar com essa inversão de valores que resulta em crises, em vez de reforçá-la.

Amália Safatle é jornalista e fundadora daPágina 22, revista mensal sobre sustentabilidade, que tem como proposta interligar os fatos econômicos às questões sociais e ambientais.

Opiniões expressas aqui são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente estão de acordo com os parâmetros editoriais de Terra Magazine.

jueves, 26 de enero de 2012


Andrés Gómez

GOMEZ VELACuando Dios echó al mundo a Caín, en realidad lo condenó al mestizaje, a mezclarse con sus semejantes de su especie, pero de otra cultura. Y cuando los tres hijos de Noé, Sem, Cam y Jafet, se repartieron por la tierra, tras el diluvio, en realidad tomaron el destino del mestizaje, que terminó de realizarse con la Torre de Babel.
Y si no cree en el origen bíblico, la ciencia estableció que la cuna de la humanidad es África y la madre de todos los seres humanos, una mujer negra, cuyos hijos se lanzaron a conquistar el mundo, a diferenciarse, a producir culturas, lenguas, etc. Siglos después, aquellos que habían salido de una casa inventaron medios de comunicación y se volvieron a encontrar, ya sea en el comercio o la guerra, dos espacios esenciales del mestizaje.
Cásese con la teoría que usted quiera, el ser humano que habita estas tierras (Abya Yala, América, Amérrika, llámelas también como quiera) es resultado de ese origen mestizo, ya sea divino o científico. Aquí van algunos datos.
El primer imperio de la Humanidad, comandado por Alejandro El Magno, conquistó a casi todos los pueblos del mundo conocido de entonces, por tanto, los sometió al mestizaje.
La historia, que narra las guerras y las transacciones comerciales entre persas, lidios, egipcios, sumerios, griegos, cuenta, en realidad, la mezcla de culturas.
Vayamos más de prisa, Roma tomó toda la Europa continental, donde está Iberia, hoy España, a donde premió con tierras a miles de sus soldados. Ahí está Mérida, una ciudad con una gran herencia romana, de donde partieron los conquistadores, entre ellos Francisco Pizarro, quien nació en Trujillo, Extremadura, donde no sólo se asentaron visigodos y romanos, sino musulmanes. Éstos se quedaron casi 800 años, hasta que los expulsaron los reyes católicos, Isabel y Fernando, quienes luego financiaron el viaje del italiano Cristóbal Colón. El latín, lengua romana, dio origen al español y el árabe legó muchos vocablos que comienzan con “al” (albañil, alcantarillado, almohada, etc.), además de la palabra ojalá, que deriva de la expresión ¡Oh Alá!
Pizarro y sus amigos ya vinieron mestizos y se encontraron con los incas, quienes por entonces habían sometido a casi todos los pueblos de esta parte del mundo, entre ellos a los aymaras, obligándolos a asumir su cultura y su idioma; si no lo creen pregunten a los pueblos ecuatorianos, que hablan quichua por obligación y no sienten ninguna simpatía por los incas, o vean la similitud de creencias andinas. Lo propio pasó con Hernán Cortez, otro extremeño que sometió a los aztecas, quienes a su vez habían sometido a los toltecas, chichimecas y otros pueblos de la zona. Los imperios, sean incas, aztecas, romanos, españoles o británicos, han tenido el mismo espíritu: expandirse, sumar una cultura más otra y generar una tercera cultura, en otras palabras, generar procesos de mestizaje.
En resumen, los mestizos españoles llegaron a mezclarse con los mestizos americanos o abya yaleños, quienes además, según la ciencia, tienen herencia asiática, basta ver los rasgos, no por nada mi apodo es chino y mi lengua madre quechua.
¿Dónde está lo originario original (valga la tautología)? ¿En las polleras sevillanas de las paceñas o en las trompetas que alegran a los morenos o en los abrigos de vaquero de los intocables? ¿O en algunas de las caras del Señor del Gran Poder? ¿Dónde? ¿En los hijos de los aymaras, quechuas, guaraníes, mojeños que engendraron hijos en Argentina o España y que muy pronto volverán como hijos de otra cultura? Lo indígena originario, más que la definición fascista de una raza o cultura pura, es una categoría sociopolítica formulada por la teoría y práctica políticas, debido a que había sido marginado de la administración del poder en Bolivia, pero nunca de la historia de la humanidad.
Y ahora, con internet, estamos condenados como Caín a mezclarnos más. ¿Una pruebita? “feisbuqueamuay” (en quechua, háblame por Facebook), le dice la madre a su hija que vive en España.

lunes, 23 de enero de 2012

Masaco de Yuca, con queso

Ayer me anime a sacar el tacu del fondo, ja lleningo e tierra el pobre.  Le di una buena lavada y le meti la yuca que habia comprao mi mujer.  Blandinga, que se deshacia en la boca, y enseñandole a mi hijo la importancia de la yuca blanda y sus bondades.  Sometimos a gran presion fisica y destruyendo la integridad de esa raiz que nos proporciona tan buen alimento, quedo reducida a una masa blanca amorfa, pero deliciosa.  Resultado final una masaquito con queso superior a dracula.  Cafecito y o mate quemao, ya quiero repetir.




jueves, 15 de diciembre de 2011

lunes, 28 de noviembre de 2011


Su historia cuenta. Zambrana, un fiel hijo de Puerto Suárez
Es un eterno enamorado de su tierra natal. Fue alcalde e impulsor de la provincia Busch

Walter Coria Peinado. Pto. Suárez


Quisiera ser aceptable en mi relato, fueron las primeras palabras de don Mario Zambrana Colombo antes de empezar a contar que tuvo una niñez como la de todo muchacho, criado en los pueblos pequeños. “Aquí nací, en Puerto Suárez”, relata. En medio de esa vida de pueblo, reconoce que un pasaje marcó su vida: fue cuando conoció a los confinados políticos el año 1946, después de la muerte de Gualberto Villaroel. “Estuvieron acá, en Puerto Suárez, alrededor de 50 personas, todos ‘movimientistas’. Tal vez ahí comencé a entender la vida del político”, afirma. En aquel tiempo, este era un lugar de verdad inhóspito, pero teníamos un estuario hermoso que era nuestra laguna Cáceres, donde la gente se refugiaba para defenderse del calor y de los mosquitos, comenta. 
Lidiar con la pobreza no era exclusivo de la familia Zambrana, sino de todos los que habitaban la zona. “Recuerdo la precariedad de la escuela Miguel Suárez Arana, que fue construida el ano 1936. Yo alcancé sus aulas el año 1942, luego pasé al colegio secundario Felipe Leonor Ribera, que tenía como creador al profesor José Eliodoro Paz y como director a un gran constructor de juventudes, el profesor Félix Bascopé Gonzales”, cuenta. 
De a poco y con el impulso de muchas personas, Puerto Suárez comenzó a crecer. Recuerda nombres como el de Mario Ibáñez, que fue fundamental para el colegio Felipe Leonor Ribera y más tarde se convirtió en un impulsor de la creación de la provincia Germán Busch.
Después de concluir la secundaria, Zambrana se trasladó a La Paz. Estuvo en el Colegio Militar, allá por el año 1956. Tuvo un vacío, lo castigaron y retornó a su natal Puerto Suárez. Estuvo en el cuartel y luego, en 1958, volvió a La Paz. Una trifulca con un oficial determinó que fuera dado de baja y no pudo ingresar a ningún otro instituto militar, así, los planes que tenía de ingresar al Colegio Miltar, en Santa Cruz, quedaron cerrados. Tuvo que empezar a trabajar, fue portero del Correo, aprendió la vida del oficio público con don Rodolfo Justiniano, la señora Enma Inchauste y la funcionaria Hortencia Trigo, afirma. Poco después trabajó en la Aduana, en la Renta, fue profesor y conoció muchas reparticiones públicas. 
Zambrana también se enroló en la arena política, postuló al Senado como suplente pero no tuvo oportunidad de ocupar el cargo. “No me pesa, aunque sufrí porque no fui de los políticos adulones”, comenta. Esta experiencia sirvió para emprender la tarea de crear la provincia Busch. 
 En la entrevista hace un alto y nos dice: “Los brochazos cívicos de mi vida están como los saltarines, por todas partes, y una juventud atormentada por los pasos políticos.” El tiempo no se detuvo para él, interesado en ser algo de su pueblo, la perseverancia lo impulsó y llegó a ser alcalde municipal de su tierra natal; fue gestor de varias obras, construyó una estación de servicio, compró algunas movilidades, tenía un matadero, la plaza de Conavi, la plaza central 10 de Noviembre, y arregló todas las calles con tierra blanca y adquirió una motoniveladora. 
En su oficina muestra una fotografía y dice: “Aquí guardo este retrato (nos muestra la imagen de la motoniveladora) en mi pequeño reducto de trabajo, no todo es de sabor a miel de abejas, me acuerdo de las cosas difíciles que tuve en mi vida que las fui superando”, dice. Tuvo una labor destacada en las relaciones amazónicas entre Paraguay, Brasil y Bolivia, que para Puerto Suárez fue un punto alto. Recuerda que se tocaron temas fronterizos y de integración donde había dificultades pero no invencibles. 
Zambrana asegura que fue un constante representante en las disciplinas deportivas de básquet y natación. Recuerda que por muchos años fue dirigente de Oriente Petrolero, el club de sus amores, y respeta mucho a quienes todavía están a la cabeza de su club verdolaga. Hoy, con algunas dolencias físicas, más dedicado a la lectura, prepara sus escritos en borrador sobre su provincia Germán Busch. Podría llegar a imprimirlo para la celebración del aniversario de la provincia el 30 de este mes, que cumplirá 27 años de su creación y de la que ha sido uno de los impulsores. 

miércoles, 23 de noviembre de 2011

La Crisis según Albert Einstein


No pretendamos que las cosas cambien, si siempre hacemos lo mismo. La crisis es la mejor bendición que puede sucederle a personas y países, porque la crisis trae progresos. La creatividad nace de la angustia como el día nace de la noche oscura. Es en la crisis que nace la inventiva, los descubrimientos y las grandes estrategias. Quien supera la crisis se supera a sí mismo sin quedar 'superado'.

Quien atribuye a la crisis sus fracasos y penurias, violenta su propio talento y respeta más a los problemas que a las soluciones. La verdadera crisis, es la crisis de la incompetencia. El inconveniente de las personas y los países es la pereza para encontrar las salidas y soluciones. Sin crisis no hay desafíos, sin desafíos la vida es una rutina, una lenta agonía. Sin crisis no hay méritos. Es en la crisis donde aflora lo mejor de cada uno, porque sin crisis todo viento es caricia. Hablar de crisis es promoverla, y callar en la crisis es exaltar el conformismo. En vez de esto, trabajemos duro. Acabemos de una vez con la única crisis amenazadora, que es la tragedia de no querer luchar por superarla.



Let´s get relative

Muelle Turistico Puerto Suarez

Tan linda la foto, que la estan usando en perfiles y panfletos. Gracias

sábado, 12 de noviembre de 2011

"El Tiempo no espera"

Tanto tiempo que deje de escribir, y en este lapso tuve la oportunidad de viajar a Puerto Suarez y visitar a mis padres, los encontre bien gracias a Dios.
Quería ir a mi casa, pero al mismo tiempo, ver que es lo que cambio en Puerto Suarez, con la tan soñada explotación del mutun. Se esperaba mucho, pero hay que dedicarse a otras cosas para sobrevivir y hacerlo de la mejor manera posible.
No hay que resignarse, se quiere y se puede. Hay que salir de ese pozo grande como los hay en las calles y ver que hay mas cosas aparte de tanto hierro, que es muy importante (ya esta claro) pero no es lo único.

viernes, 15 de mayo de 2009

El ave fenix


El Ave Fénix o Phoenicoperus, como lo conocían los griegos, es un ave mitológica del tamaño de un águila, de plumaje rojo, anaranjado y amarillo incandescente, de fuerte pico y garras. Se trataba de un ave fabulosa que volvía a renacer de sus propias cenizas.
El mito del Ave Fénix, alimentó varias doctrinas y concepciones religiosas de supervivencia en el Más Allá, pues el Fénix muere para renacer con toda su gloria.

Es asi que pretendo darle vida nueva a este espacio. Con la idea del ave fenix para justificar que no me quise ir, solo me aleje como ya lo escribi antes.

domingo, 18 de enero de 2009

De vuelta...


Hace ya casi un més que no postamos nada.....

Nos dimos unas vacaciones, del blog, y de verdad también.

Pasé 15 dias en Puerto.... me hacia falta un descanso, y a pesar del calor fatigante de dió mucho gusta rever a mucha gente, parientes y amigos.


Del pueblo me traje impresiones varias, el amor que uno le tiene a la tierra no tiene medida y apesar de ver que las cosas siguen muy iguales, (hasta el posererio de la avenida sigue sin remedio), de que el mercado sigue en desorden e higiene precaria, que ni un metro más de asfalto ha sido asentado..... Me vine con la inmensa alegria de ver la carretera, y....., y quisiera seguir listando las mejoras en el pueblo, pero se me queda corta la lista.


De vuelta al trabajo, lógico con las ganas de pasar mas tiempo en casa.

En el Tereré, en la charla del final de la tarde en el corredor de casa.

En las visitas a amigos sin el correteo de la ciudad grande.


Nos quedan los deseos de que algún dia nuestro pueblo, nos pueda ofrecer las condiciones para poder trabajar y vivir bien, sin transformarse en algo tan grande, ni siquiera como Santa Cruz, donde ahora hay que tener cuidado de los maleantes. Donde se pueda aun conocer al vecino... (vivo en São Paulo en apartamento y no conozco a mi vecino).


No cuesta nada soñar.

Pero tambien nos hace falta colaborar.


domingo, 7 de diciembre de 2008

NACIONAL - Peor que García Mesa

Esta carta me la enviaron por mail, aunque no indica el autor me permito publicarla. Si el autor conoce este blog, por favor contactarse conmigo.


Peor que García Mesa


17/09/2008 - 22:15:45
Estimados Amigos:
Ahora puedo enviar algunas noticias, quise hacerlo con más detalle, no se cuánto tiempo podré comunicarme, todo lo que comunicación esta mal, casualidad o causalidad.
Al grano
El día 11, parece que es un día 666, por la mañana, llegaron 2 heridos, uno en el cráneo el otro en el brazo, ambos por armas de fuego, curiosamente la historia clínica del herido en cabeza fue modificada por un médico cubano, ellos permanecen en el hospital, el diagnostico de ingreso fue 'herida por arma de fuego' pero ¡oh! sorpresa el galeno cubano registró 'herida contusa' o sea por golpe con un palo pues. Desde las 9 hasta las 13 horas llegaron alrededor de 26 heridos de los cuales un 85% eran partidarios de la autonomía, casi todos baleados, una persona llegó muerta, con un impacto de bala cerca al corazón, identificado, fue el cuñado del alcalde de porvenir, totalmente autonómico.
Preguntas
¿Cómo es que el chofer de la camioneta de caminos departamental llegó con un tiro en la cabeza, si los pobres campesinos y normalistas de Filadelfia no tenían armas de fuego? ¿Será que De la Quintana escribe con sangre y quiere que los normalistas hagan lo mismo? El municipio de Filadelfia ha sido convertido en un infierno por el satánico Juan Ramón.
El municipio de Filadelfia queda a 40 Km. de Porvenir, lugar del encuentro más importante, y será que algunos campesinos con fervor patriótico llegaron desde Riberalta para un encuentro campesino-normalist a, con ayuda del gobierno y gente de buena voluntad caribeña y bolivariana, porque todos estos personajes recibieron armas y municiones en la hacienda “Roble” o “Cedro” (la madera no tiene culpa) cuyo feliz dueño tiene el mote de 'Chiquitín' acólito local de Ramón 666. Como si fuera poco a los instructores militares de la carne de cañón les ataron en la muñeca izquierda un cintillo de color amarillo y cintillos de color rojo para los que tenían mando.
Si como dice la prensa del gobierno, 'fueron masacrados', ¿cómo es que los heridos que llegaron durante el día 11 sufrieron heridas de bala?, ¿será que los autonómicos se disparan a si mismos para causar consternación, y que decidieron matar al cuñado del alcalde porque sacó el palito más chico?
Posteriormente llegaron heridos de los unitarios, también algunos muertos, uno de ellos de más o menos 1,85 metros de estatura, pelo corto, cintillo rojo, y qué curiosidad, cuando llamé a la Fiscalía, la persona que contestó, me preguntó si se trataba del súbdito venezolano, ergo, confirmamos la teoría aplicada del Macaco Mayor. Este cadáver fue enviado a Filadelfia con otro dos más, aparentemente normalistas.
Curioso que el Ministro de Salud llegó al hospital con la escolta de unos 20 militares armados y pintados jugando a ser Rambos, solicitaron ambulancia para ir a Filadelfia y volver a Cobija con los tres cadáveres, para armar todo el espectáculo con plañideras incluidas, no por los dos normalistas que entregaron sus vidas, si no por el otro, cuyo cadáver posiblemente ya esté fuera del país.
Culpan al Cacique de haber contratado sicarios, ¿será que hay tanta 'yesquera sin el IDH?, que solo alcanza para comprar rifles calibre 22, creo que el 'Chacal' moriría de risa al ver con qué armamento cuentan sus colegas brasileños. Nada más boludo que el comentario de los sicarios, estos ya se hubiesen comido vivo a los ministros de salud, a la misión humanitaria y a Quintana.
Quedamos, nosotros los collas que queremos y elegimos Pando para vivir, con la boca abierta y una impotencia extrema al saber que estamos solos, que los cobijeños, como siempre en el extremo del país, están abandonados. Es el destino de nuestra Amazonia, vivir como las hienas en el culo del mundo, eso si, Quintana (666) se da un banquete al amedrentar a la población con milicos que sólo pueden enfrentarnos a nosotros pobres cojudos porque, que yo sepa, no podríamos ganar una guerra a ninguno de nuestros vecinos.
Claro, matar un pastor evangélico es toda una hazaña, más aun si lo escondieron 24 horas, no dejando pasar a la ambulancia, y los infelices los subieron a un jeep rojo de propiedad de 'nuestro ejercito'. Yo vi el cadáver, tiene un tiro en el abdomen y otro en el muslo derecho; por lo que aprendí, esos agujeros no los hace un 22. Peor aún, lo subieron vivo, y no permitieron que se le atienda, no pudieron hacer desaparecer el cuerpo, porque alguien les dijo que habían imágenes, imagino que ya las vieron. ¿Les quedan dudas? Aquí las palomas tiran a las escopetas.
La última, ayer realizamos una marcha por la paz, algunos soldados obviamente armados fueron transportados en vehículos de la Alcaldía de Cobija, eso no es nada, en esa caravana se vio una camioneta doble cabina con el membrete de Naciones Unidas, joder, alguna vez criticamos el uso de una ambulancia para tomar la COB, y ¿ahora que?
Basta de relato estamos jodidos, mediten aunque Cobija está en el culo del mundo, aunque seamos unos cuantos collas acambados y otros pobres cambas, pierde el país, esta escoria dizque gobierna el país, se alimenta de odio y como algunos desquiciados utilizan a gente buena para matar a otra gente buena. Creo que la famosa frase de Paz Estensoro ahora tiene aplicación “BOLIVIA SE NOS MUERE”.

sábado, 29 de noviembre de 2008

Y ahora quien nos mantiene?


Este articulo me llego por mail, hace ya mucho dias. Y sin conocer el autor, espero me permita reproducirlo y asi llegar a mas personas.
¿Y ahora quién nos mantiene?

21/11/2008 - 23:51:16
En mayo del año 2006 el Gobierno decidió asumir el control total de la exploración, explotación, comercialización e industrialización de los hidrocarburos. Mediante el DS 28701 dispuso esa medida y la anunció al mundo como una decisión soberana.
A pesar de que el decreto determina el control total del Estado, se sostiene en el mismo que las empresas petroleras debían acceder a firmar nuevos contratos para seguir “operando”. Esto es lo que se denominó “nacionalización al estilo siglo XXI”.
Este paso trascendental desde el punto de vista oficial iba inaugurar un período revolucionario, dentro el cual Bolivia tenía que pasar de ser un proveedor de materia prima (gas) a un exportador de todos sus derivados, sumando de esta manera valor agregado a este recurso energético.
El pueblo boliviano no dudó en apoyar la medida, confiando en que el señor Evo Morales sabía lo que hacía. Con este apoyo Morales se lanzó a convocar a la Asamblea Constituyente para reafirmar constitucionalmente la “nacionalización”. En el fondo se trató de una manera de inscribir su nombre entre los grandes nacionalizadores del siglo pasado.
Lo cierto es que la historia tiene sus caprichos. Hay quienes asumen medidas históricas porque saben que es el momento propicio de hacerlas y conocen la materia con la que tratan. Por supuesto la implementan con los mejores profesionales al servicio de la Patria. Y hay quienes solo saben hacer burdas copias de los otros. Este es el caso de Evo Morales.
Como toda copia mala, los resultados no pueden ser otros que el desastre. Y en vez de que YPFB mantenga a Bolivia, le dé ingresos para revertir la pobreza y nos dote de una vida digna. He aquí que es Bolivia quien debe mantener a YPFB para que la nacionalización no muera. Mejor dicho para sostener al muerto.
En poco más de dos años de la tremebunda nacionalización el Banco Central de Bolivia debe entregarle a la empresa de los supuestos huevos de oro, 1.600 millones de dólares. Dinero que bien debería estar impulsando la producción de bienes, las exportaciones de alimentos de los que tan necesitado está el mundo y ampliando la frontera agrícola para ser un país autosuficientes en alimentos, industria y servicios. Pero en vez de que YPFB impulse el desarrollo boliviano somos los bolivianos los que debemos sostener a YPFB.
Todo el pueblo que apoyó sin dudar un minuto el paso dado, debe ahora, en menos de un minuto, pedirle explicaciones al señor Evo Morales. En el Parlamento, en vez de estar cuoteando la Justicia la oposición tendría que pedir rendimientos de cuentas a un Gobierno que pide 1.600 millones de dólares y no puede proveer de gasolina, de gas licuado y diesel al mercado interno.
¿Qué pasó para que nuestra reservas de gas se hayan perdido? ¿qué pasó para que en vez de estar exportando gas natural al continente tengamos que importar gas licuado, diesel y hasta gasolina? ¿No era que la nacionalización y los nuevos contratos aseguraban la producción de hidrocarburos y sus derivados? ¿no era que debíamos estar industrializando estos recursos?
¿Dónde se perdió la historia? Esta es la mayor responsabilidad del Gobierno de Evo Morales y el mayor daño ocasionado al pueblo que confió en él. No puede ser que un asunto de tanta relevancia pase inadvertido y sigamos como bobos hablando de la aprobación de una constitución que nadie la respetará, aún cuando fuera aprobada por simple mayoría.
El gas es nuestro bienestar presente y futuro. El gas es todo lo que tenemos para desarrollar nuestra economía fiscal y privada. No podemos dejar que semejante aplazo político, económico y social pase como si nada. O somos un pueblo de tontos útiles o reaccionamos como se merece y ponemos en el banquillo del acusado a Evo Morales para que nos explique esta situación.
Qué paradoja: el gobierno de Gonzalo Sánchez de Lozada fue derrocado por el actual Gobierno acusándolo de querer vender gas a Chile, México y Estados Unidos, tal proyecto fue calificado por Morales de antinacional. ¿Fue antinacional esa intención, o es más antinacional colocar a Bolivia de exportador neto en importador afligido?
fuente de la fotografia:http://www.flickr.com/photos/xabifesta/2882445241/

domingo, 9 de noviembre de 2008

PUERTO SUAREZ CELEBRA MIRANDO EL PROGRESO QUE OBTENDRA DEL MUTUN

Ahora en la tarde despues de almorzar pase por una banca de revistas y me llamo la atencion que vi una portada en la que aparecia Kiddian Salvatierra Keller en el muelle, su banda de reina de la tradición. Bueno lo interesante esta por dentro, a proposito la revista se llama Catarsis con edicion en Santa Cruz, y perdonen mi ignorancia, me entere leyendo que tiene corresponsal en Puerto Suarez.
Y la idea de rellenar paginas con publicidad y articulos relacionados al aniversario 133 de la fundación de Puerto Suarez me parece muy bien. Hasta emocionante les cuento leer algo de Puerto aca en el medio de Bolivia.
Lo que me asqueo es que parece que se copiaron de la revista del Centenario dice las mismas cosas...."en un futuro no muy lejano Puerto Suarez llegará a ser el municipio más rico del pais como consecuencia de la explotación del Mutun a cargo de la empresa Jindal....."
Como siempre se caracterizó el blog voy a citar el autor del articulo: Herman Raul Alvarez Parova, y con todo respeto si es que se remite a este humilde punto de opinion de Porteños, que sea mas original en su oferta. En esto hace la inclusión del nuevo personaje, es decir la JINDAL.
Cabe agradecer (aunque parezca critica) que se reforce la voluntad de los hijos y allegados al pueblo.

Ademas felicitar a la Gente que siempre quiere a su pueblo y desea verla progresar.

Viva Puerto Suarez.

jueves, 30 de octubre de 2008

Publicó "el deber"

Las inversiones de la empresa siderúrgica Jindal Steel Bolivia SA están prácticamente paralizadas porque el Gobierno aún no le entregó toda la concesión, el área no está debidamente saneada y la Alcaldía de Puerto Suárez observó la licencia ambiental del megayacimiento. A todo esto se suma la demanda que 24 hacendados al INRA del pago de $us 3 millones por la expropiación de sus tierras.

...los problemas no acaban ahí, ya que han surgido asentamientos ilegales. En Puerto Quijarro más de una veintena de personas se han apostado en la avenida naval, sin que nadie pueda hacer algo al respecto. Campesinos de Oruro, Potosí y El Alto han instalado varias carpas y chozas a la espera de que el gigante de hierro despierte de una vez.
Similar situación se constató en Puerto Suárez. Cientos de campesinos y gente de provincias del oriente boliviano invadieron los barrios 3 de Mayo, Las Malvinas y Fátima.

...El INRA y la ESM sólo contemplan el pago de $us 2 millones por la expropiación de nueve predios en una extensión de 2.300 hectáreas en las faldas del megayacimiento. Sin embargo, el pasado miércoles aparecieron 15 predios más con lo cual se estima que la entidad agraria esté obligada a pagar unos $us 3 millones.

- El ganadero Víctor Hugo Castedo tiene dos propiedades en la parte norte que colindan con el yacimiento. Es uno de los más afectados. Exige el pago de $us 350.000.

- Además han aparecido comunitarios que reclaman el pago de miles de dólares por sus pequeñas parcelas en la comunidad San Pedrito colindante con la frontera de Brasil.

Parte de la entrevista a Pritam Singh Rana, nuevo ejecutivo de la empresa en Puerto Suárez

- Y el agua y el gas...(????)
- Después de hacer estudios de diferentes fuentes para abastecernos de agua, hemos tomado la decisión de tomar el líquido de la laguna Cáceres, porque reúne todas las condiciones y nos garantiza la provisión por más de 1.500 años. Este reservorio de agua es balanceado, pues adicionalmente tiene más de 100 fuentes pequeñas que la alimentan. En lo que respecta al gas, el Gobierno boliviano se ha comprometido a darnos el suficiente energético para hacer funcionar la planta de acero. Es temprano para hablar del tema.
- Pero en el país hay crisis energética y las petroleras no están efectuando las inversiones en nuevos campos ¿Qué les garantiza a ustedes que tendrán el gas para su planta?
- Hemos tenido tres reuniones con la gente de YPFB y del Ministerio de Hidrocarburos, y creemos que todo va muy bien. Éste es un tema que debe ser tratado por el Gobierno.

martes, 28 de octubre de 2008

La situación mundial y el hierro












Muchos de ustedes deben estar acompañando lo que parece ser la crisis económica mundial más grande desde 1929.
La mayor economía del mundo se desmorona después después de burbuja de la especulación inmobiliaria, de esta vez se arrastra a muchos grandes bancos, seguradoras y paises enteros piden ayuda para no entrar en recesión.
Los gobiernos anuncian planes de contención con dinero que se hace por veces dificil de imaginar, la economia americana necesita de más de 700 billones de dólares para no caer en bancarrota, es casi a 3700 dólares para cada americano vivo, ya sea niño o adulto. Eso mismo, quien va a pagar la cuenta son los própios contribuyentes. Hay que hacer pagar a los especuladores? si, lógico, pero primero apagar el incendio y salvar a la economia de entrar en recesión.

Donde nos afecta eso? a nosotros ciudadanos comunes?
El crédito se hace más dificil y cuando conseguido, más caro.
Las personas que estuvieron buscando crédito para compra de inmuebles o bienes se vieron con la novedad que los intereses practicados por el mercado, se alzó, a intención de protegerse de malos pagadores a ejemplo de los estados unidos.

Y a lo que nos trae aqui? total esta no es una página de comercio exterior o de comentários económicos, sino sobre nuestro querido pueblo.
La empresa que se adjudico la explotación del hierro hizo algún comentário acerca de la situación? Es que grandes empreendimientos como el que se planea para puerto suárez dependen de mucho dinero, dinero que a veces no está sonante en el caja de las empresas y sí en créditos de grandes conglomerados como los que pasan por situaciones difíciles hoy.

Parece que la crisis aún no afectó a países del BRIC, los emergentes (Brasil, Russia, India de la Jindal y China). Como será que nos afectará a los bolivianos?

Los negocios con Estados Unidos en textiles van a ser subtituidos por acuerdos con Venezuela según Evo, pero, con el petróleo hace menos de un mes a 148 dólares y hoy a menos de 65, será que Hugo Cháves esta durmiendo sus sueños tranquilo?

Es esperar y ver...

domingo, 19 de octubre de 2008

Cual gas ?????

Jindal negocia provisión de gas natural

(ANF).- La siderúrgica Jindal Steel negocia con Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) la provisión de gas natural para la producción de hierro y acero en El Mutún, informó el cónsul de la India, Arving Sharma.

“Creo que pronto vamos a firmar un contrato” con la estatal petrolera para la provisión del energético, señaló al indicar que el suministro de “gas es muy importante” para la siderúrgica de El Mutún, por lo que ya están en conversaciones con ejecutivos de YPFB.

El proyecto de la industria del hierro en el país va a emplear 7,69 millones de metros cúbicos por día (MCD) de gas natural, de ese volumen 5,62 millones MCD se destinará al “proceso metalúrgico, siderúrgico” y 2,07 millones a la generación de electricidad, de acuerdo con informes técnicos del Ministerio de Hidrocarburos.

En cuanto al volumen de gas que emplee el proyecto, el Cónsul de la India recordó que “hay diferentes etapas” en el desarrollo de esta industria, por lo que en la primera fase de exportación de hierro sin valor agregado “no” se requerirá el energético.

Para el próximo año, la Jindal está proyectando comenzar la exportación, como máximo en febrero, el programa es vender entre 1 y 2 millones de toneladas de hierro.

PD: Apenas podemos cumplir con los contratos vigentes como para contraer uno mas.

http://hijosdeestatierra.blogspot.com/2008/06/y-el-gs-para-el-hierro-del-mutn.html